sexta-feira, outubro 19, 2007

to wish impossible things - the cure

arrested development


depois de ter "devorado" a primeira parte da terceira série de "entourage", chegou-me agora às mãos, através de um grande amigo, a segunda temporada da série "arrested development". já tinha gostado bastante da primeira série, plena de humor subtil, trocadilhos verbais e de situações caricatas provocadas por uma das famílias mais disfuncionais da televisão. sobre a segunda série, a melhor forma de a definir, efectivamente, é dizer que, quando vejo alguns episódios, de noite, não consigo evitar sonoras gargalhadas, correndo sérios riscos de acordar alguém lá em casa. a série narra, em formato de falso documentário com narrador, as peripécias da outrora abastada financeiramente família bluth, que tem em michael bluth (jason bateman), viúvo e com um filho adolescente, uma espécie de organizador das suas vidas, a pessoa que tenta manter a família unida, apesar das intrigas e do materialismo reinante. michael fica a gerir a empresa da família quando o seu pai é detido por fraude. os seus irmãos (gob, buster e lindsay) e a sua mãe estão constantemente a pedir-lhe dinheiro ou ajuda para resolver os seus problemas. nesta segunda série, michael decide abandonar a família e partir com o seu filho, george michael (michael cera), para bem longe deles. mas... não consegue. os problemas familiares e da empresa são tantos que não tem outro remédio senão voltar e tentar resolvê-los, decente e honestamente.
"arrested development" estreou em novembro de 2003, na fox, criada por mitchell hurwitz, tendo como produtor executivo o realizador ron howard, que igualmente a voz do narrador. apesar do grande sucesso de crítica da série, que venceu seis emmy's e um globo de ouro, as fracas audiências ditaram o seu final, depois de 13 episódios, na terceira série. o último episódio foi para o ar no dia 10 de fevereiro de 2006.
do elenco fixo da série fazem parte jason bateman, portia de rossi, jessica walter, will arnett, jeffrey tambor, michael cera, david cross, tony hale e alia shawkat. vários actores tiveram participações especiais em episódios de "arrested development", como charlize theron, ben stiller, liza minnelli, julia louis dreyfus, zach braff, heather graham, martin short e henry winkler (o "fonz", de "happy days"), que faz o hilariante papel de advogado da família bluth.
refira-se ainda que esta série teve uma fugaz passagem pelo nossa televisão, ao ser transmitida pela tvi, às tantas da madrugada, aos dias de semana.

sim, sim, é mesmo portugal

sabemos que estamos em portugal quando:
santana lopes regressa à política pela "porta grande", sendo eleito para líder da bancada parlamentar do psd;
luís filipe menezes, que promoveu há anos uma conferência de imprensa, com a mulher e os filhos ao lado, a anunciar a sua retirada da política, que chamou "elitistas e sulistas" a membros do partido num congresso, é hoje o líder do psd;
um jogador chamado makukula transforma-se em herói nacional por ter marcado um golo ao cazaquistão;
sic e tvi transmitem repetições de "malucos do riso" e "batanetes" em horário nobre;
a dois meses e meio da abertura do mercado, a comunicação social desportiva já anda a lançar nomes de prováveis reforços para o benfica (o que não deve ser nada desmotivador para o plantel...);
a comunicação social portuguesa fecha os olhos, escamoteando a gritante falta de fair play dos jogadores da selecção nacional de sub-21 aquando do primeiro golo de portugal, frente a montenegro, na sequência de uma falta à entrada da área cometida pelos montenegrinos, num lance em que portugal deveria ter devolvido a bola aos adversários (bem, se o seleccionador da selecção principal agride um adversário, porque raio os jogadores da selecção de sub-21 hão-de ter fair play para devolver a bola aos adversários quando estão a perder 1-0 a dez minutos do fim do jogo?);
a agenda política nacional é ditada por uma dúzia de blogs nacionais;
a verdadeira oposição ao governo é feita por essa mesma dúzia de blogs nacionais;
continua sem haver qualquer pista sobre a maddie;
os pobres vão ficando cada vez mais pobres; e os ricos cada vez mais ricos. portugal é o país da europa onde é mais acentuada a diferença entre ricos e pobres. por isso, ainda bem que o bcp perdoou aquela dívida de muitos milhões de euros... coitado do rapaz.

momento melissa theuriau




segundo post dedicado neste blog a melissa theuriau (o primeiro foi em julho de 2006). nascida a 18 de julho de 1978, melissa theuriau é pivot/apresentadora de informação francesa, constando no seu currículo passagens pelos canais televisivos lci, tf1 e m6, onde está actualmente apresentado o programa "zone interdite". em 2006, os leitores do jornal daily express votaram-na como "the world's most beautiful news reporter". na edição americana da revista maxim também foi eleita como "tv's sexiest news anchor". já este ano, em maio, a revista fhm, na sua edição francesa, considerou-a "the most beautiful woman in the world". o fenómeno "melissa theuriau" começou a correr na internet, com milhões de visitas aos seus vídeos no you tube. em 2006, a revista francesa voici publicou fotos da apresentadora em topless na praia, fotos essas que correram mundo e renderam milhões ao sortudo paparazzi. os advogados de melissa theuriau ainda estão a tentar remover essas fotos da internet. mas, pelos vistos, ela não aprendeu bem a lição, como se pode constatar aqui. em todo o caso, este blog fica infinitamente mais agradável à vista com fotos da bela melissa.

quinta-feira, outubro 18, 2007

gentle moon - sun kil moon

24, 25, 26, 27...

terminou ontem mais uma série de "24", que deveria ficar para a história como "the blackmail one". depois da mulher e da filha, esta temporada, uma das mais fracas, foi fértil em chantagens e trocas interesseiras, tipo "toma lá, dá cá". foi a cunhada, bem gira por sinal, foi o sobrinho, o pai, o irmão, a audrey raines (mais um "love interest")... só faltou o primo afastado, a empregada de limpeza e o cão do jack bauer para alguém o poder chantagear. no episódio de ontem, bem como nos restantes 23, ficou bem patente que o filão se está a esgotar. as ideias repetem-se, os argumentos são quase sempre os mesmos, há sempre um infiltrado qualquer (na casa branca, no ctu, em todo o lado). mas este ainda é o maior chavão de todos e nunca se altera: os maus fazem-se sempre rodear de "capangas" muito incompetentes. nunca acertam em ninguém, basta um encostozinho para ficarem ko, não se protegem devidamente dos tiros do jack bauer (eu disse "tiros" mas normalmente só é preciso um para os eliminar) e são burros como as paredes. ontem o nosso agente preferido conseguiu aterrar de helicóptero numa plataforma, de noite, com cerca de uma dezena de "maus" à espera dele, eliminá-los a todos com a maior das facilidades e ainda evitar que o sobrinho matasse o pai (!). ah, e ainda houve aquela fabulosa cena, por ser completamente estúpida, do cheng (o "mau" mais macio e parvo de toda a série) dar o componente ao pai do jack bauer, o tal componente que estava prestes a desencadear uma terceira guerra mundial, dizendo-lhe para ir indo para o barco com o sobrinho que ele ia lá ter depois de "despachar" o jack. estava-se mesmo a ver... depois do gredenko e do fayed, que até metiam algum respeito, o desfecho desta série apresenta uns insignificantes "maus da fita". que saudades do bierko e do antigo presidente dos estados unidos... e já agora, da série anterior. esta não passou de uma previsível e entediante sequela. esperemos que a seguinte seja bem melhor, caso contrário perde-se todo e qualquer interesse numa futura versão cinematográfica. e jack bauer merece ser imortalizado no cinema.

uma imagem por dia


evangeline lilly
(inesquecível a sua última cena no derradeiro episódio da terceira série de "lost", quando se encontra com jack, já ambos fora da ilha)

quarta-feira, outubro 17, 2007

a famosa transição

de vez em quando sinto mesmo vontade de fumar. por causa de todo aquele ritual, procurar o isqueiro nos bolsos, abrir o maço, tirar um cigarro, acendê-lo, virar a cara para um dos lados, ou para cima, para deitar fora o fumo. chateia-me chegar todos os dias ao café, depois de almoço, pousar a carteira, os óculos de sol e o telemóvel na mesa, e ficar... a olhar lá para fora. ou levo algo para ler ou então não tenho mesmo nada para fazer, a não ser esperar pelo café e ficar meia hora a mexer o açucar. se fumasse, como 80% das pessoas que frequentam aquele café, sentir-me-ia certamente mais integrado. depois porque fica sempre muito bem juntar um cigarro e todo aquele fumo a uma expressão de sofrimento interior, a uma cara amargurada e vivida, profundamente conhecedora e resignada ao seu metro quadrado da sociedade. as tipas devem derreter-se todas com este género de homens. assim ao jeito do jeff bridges em "os fabulosos irmãos baker": frio, distante, deslocado, contrariado, que parece estar zangado com toda a gente. com esta descrição lembrei-me também do dr. house. ele é isto tudo, mais sarcástico, irónico e corrosivo, mas, no entanto, as mulheres adoram-no. voltando ao meu "train of thought", acho que as mulheres não têm tanta consideração e respeito por uma pessoa que está constantemente a rir-se. detestam palhaços ou serem vistas ao lado dos "bobos da corte". por outro lado, acham apelativo o aspecto de "in constant pain" dos homens. isto faz-me lembrar um episódio de "seinfeld", em que george costanza, quando sai pela primeira vez em "double date" com a nova namorada e com jerry e elaine, pede a este que não seja engraçado, para ele poder brilhar mais intensamente com as suas piadas. jerry acede e durante o jantar mostra-se depressivo e distante. só que o tiro sai pela culatra a george, visto que a sua namorada se apaixona por jerry, precisamente por ele aparentar aquelas características. pois, as mulheres não são todas iguais, obviamente. umas conquistam-se pelo humor, seja ele brejeiro, boçal e saloio (para umas, a maior parte infelizmente), ou inteligente e mordaz (para outras). mas outras querem analisar tudo, fazer de psicólogas e ajudar as almas mais empedernidas e sofredoras. querem marcar a diferença, ser diferentes, porque não vão ajudar muito uma pessoa já de si bem disposta. daí escolherem os homens mais sérios, mais circunspectos, mais ponderados e não aqueles que podem estragar um momento mais íntimo com uma piada estúpida qualquer e quebrar o ambiente. e há homens que sabem perfeitamente que isto é mesmo assim, daí exagerarem por vezes naquela postura forçada de ar sério. no meu tempo, ou seja, no tempo em que eu até frequentava discotecas, bares e pubs, em que tinha alguma vida nocturna, os homens que estavam declaradamente no engate eram aqueles com ar sério, bebida numa mão, cigarro na outra, que nunca se riam e falavam o menos possível. os outros, grupo de que eu fazia parte, estavam mais ocupados a tentar divertir-se com os amigos e a soltar gargalhadas estridentes. pois bem, no final da noite, ou começo do dia, eram quase sempre os tais carrancudos sérios que "sacavam" alguém. porquê? porque trabalharam para isso. that's why. há muitos homens que jogam esse jogo, que sabem as regras de cor e salteado. o facto de fumarem faz aumentar exponencialmente as opções de abordagem, nomeadamente com a sempre popular "tens lume que me arranjes?", ou "posso-te cravar um cigarro?". felizmente, e realço este felizmente, há muitas mulheres que vêem para além disto. também é sempre muito mais difícil para o homem mais brincalhão fazer a transição correcta de um momento de empatia a dois para um momento íntimo. neste aspecto, lembro-me sempre desse grande filme chamado "sideways", em que paul giamatti gora a hipótese de uma noite de paixão com virginia madsen, depois de uma envolvente conversa a dois sobre vinhos. quando é que se deve deixar de dizer piadas? eu nunca soube. por isso, especialmente quando estou mais nervoso, metralho tiradas parvas e estúpidas, sendo que, a maior parte delas, só eu as entendo. no meio de tudo isto, deste magnífico e inconsequente texto, ainda estou para perceber como é que eu consegui fazer a famosa transição quando a oportunidade surgiu. talvez pergunte lá em casa...

duran duran regressam

a minha primeira grande paixão por um grupo de música foi pelos duran duran, no início dos anos 80. "girls on film" e "planet earth", do primeiro album, intitulado "duran duran", são dois bons exemplos da música que se fazia na altura, sempre com estilosos telediscos à mistura. por falar nisso, durante uns meses pensei que os duran duran eram três homens e duas mulheres, porque, no teledisco de "planet earth", tanto nick rhodes como andy taylor parecem bastante efeminados. os anos foram passando e fui comprando sempre os discos deles: "rio", "seven and the ragged tiger", "arena", "notorious", "big thing", comprei igualmente o disco, fabuloso por sinal, do projecto alternativo arcadia, "so red the rose", até... ao "liberty", o tal disco em que simon le bon parece o eusébio na capa. era tão mau que deixei os dd de parte. até que veio o "ordinary world", essa grande música. gravei o disco mas, infelizmente, este só tinha mais duas músicas de jeito: "come undone" e "breath after breath". depois disto, mais uma longa travessia no deserto. até hoje. coloco hoje o teledisco de "falling down", que marca o regresso dos duran duran (e do "desaparecido" roger taylor à bateria) às boas músicas e aos sempre estimulantes telediscos, uma imagem de marca da banda. no final do video, com a participação do actor christian bale no início e no fim do mesmo, pode ouvir-se um trecho de outra música emblemática dos duran duran: "skin trade". o novo disco dos duran duran, "red carpet massacre", vai ser lançado no dia 12 de novembro na europa e no dia seguinte nos estados unidos.

terça-feira, outubro 16, 2007

uma imagem por dia


holly valance
(mas que fabulosa participação na segunda série de "entourage"...)

segunda-feira, outubro 15, 2007

como ela cresceu...


lembram-se de um filme "delico-doce" chamado "my girl", de 1991, com o enjoado do macaulay culkin, a jamie lee curtis e o dan aykroyd? até teve direito a sequela e tudo. em ambos os filmes entrava uma adolescente chamada anna chlumsky, então com 11 anos, no primeiro filme, e 14 anos, no segundo, interpretando o papel de vada sultenfuss, cujo pai, viúvo, era agente funerário. a actriz tem feito essencialmente trabalhos para televisão, em séries como "cupido", "law and order" e "30 rock". em 2008 vão estrear três filmes com a actriz, "eavesdrop", "blood car" e "quid pro quo". neste último, anna chlumsky contracena com nick stahl e vera farmiga, actriz em ascensão, que entrou em "the departed", de martin scorsese, e "breaking and entering", de anthony minghella. quanto à chlumsky (sempre gostei deste nome, tem ritmo), nascida em 1980, que até já venceu vários prémios de interpretação, sobretudo "young artist awards", um deles o de "most promising young newcomer", em 1991, por causa de "my girl", resta-nos esperar que lhe vá parar às mãos um bom papel, onde possa evidenciar todos os seus atributos como actriz, agora num papel adulto e, sobretudo, longe do macaulay culkin...

uma imagem por dia


penelope cruz

sexta-feira, outubro 12, 2007

quem tem coragem de ler isto tudo?

acordei ao som de "encosta-te a mim", de jorge palma. desencostei-me da minha mulher e levantei-me, sempre com a música na cabeça. é tão frequente acontecer isto, ficar sempre com a música que ouço quando acordo na cabeça, que seria tão estranho isso não acontecer como ver luis filipe scolari aos beijos com maria de medeiros. fico feliz por o jorge palma ter finalmente, depois de tantos anos, um "hit". já o merecia. que diabo, se até o andré sardet e aquele tipo irritante do anúncio do banco, que canta o "virar a vida de pernas para o ar" ou qualquer coisa assim, conseguiram passar nas rádios nacionais de hora a hora, porque não ele? no meio de tudo isto, já no banho, descubro que não há sabonete. saio da banheira, todo molhado, e apanho o meu reflexo no espelho. de repente, parece que estou a ser observado pelo chris penn. mas ele até já morreu, coitado. gostei de o ver em "reservoir dogs", "true romance" e "short cuts", mas a sua carreira nunca atingiu um estatuto parecido com a do seu irmão sean penn. mas ao contrário de sean, chris penn entrou num episódio de "seinfeld" e isso é que interessa. morreu em janeiro de 2006, paz à sua alma. peguei no sabonete e voltei para a banheira. sabe sempre bem passar água bem quente num corpo molhado e frio. é como acordar a meio da noite para ir à casa de banho e voltar para o quentinho dos lençóis e cobertores. aquela sensação de conforto e bem-estar é impagável. "encosta-te a mim, nós já vivemos cem mil anos". bem, é um bocado exagerado o palma, mas aceita-se. quem se lembra de o ver, numa daquelas canções de solidariedade, com vários artistas nacionais, de chapéu de palha e com um ar lunático e totalmente desconhecedor do sítio em que se encontrava, dá-lhe sempre um desconto. fazer a barba é que me irrita solenemente. já a faço desde os 14 anos, idade com que comecei a namorar. a ana era mais velha cinco anos do que eu. "andas a desmamar putos", devia ser a frase que ela mais ouvia das amigas. chegou a ser constrangedor o meu primeiro beijo. "apostei com a goretti e com a eulália em como conseguia beijar-te" (e eu é que tinha 14 anos...). ganhou a aposta. só não entendi porque raio é que ela insistia em meter a língua dela na minha boca. é assim que se beija? que nojo... mas lá me habituei, como me habituei a fazer a barba e a gritar desalmadamente de cada vez que passava o after-shave pela cara. só anos mais tarde, e muitos gritos depois, é que me meti no nivea, que fez milagres pela minha pele. a minha mulher entra na casa de banho. todos os dias, quando isso acontece, ela me faz lembrar o robert smith, dos the cure, tal a confusão que reina no cabelo dela. se lhe pintasse os lábios de vermelho vivo, talvez ela me pudesse cantar um bocadinho do "trust" ou o "friday i'm in love"... sexta-feira, dia 12 de outubro, estou preparado para ti! só me falta preparar os pequenos-almoços de toda a gente cá em casa, as mochilas da escola, os casacos, as chaves, a carteira, os óculos de sol. "tudo o que eu vi, estou a partilhar contigo, o que não vivi, hei-de inventar contigo. sei que não sei às vezes entender o teu olhar". bolas, como eu gostaria de ter escrito isto, ou de dizer isto a alguém num momento romântico. grande jorge palma! a caminho da escola do pedro, ligo o auto-rádio. o que é que está a passar? pois, "encosta-te a mim". começo a pensar em perseguição sonora. esqueço isso rapidamente quando alguém me ultrapassa, mas tão encostado ao meu carro que não caberia uma fatia de panrico entre os dois carros. começo a pensar que há tipos que levam à letra o nome da música do jorge palma. chego à escola e o meu filho, de 8 anos e meio, sai porta fora, disparado, porque já tocou (que saudades do screech...). "anda cá rapaz, dá cá um beijo antes de ires". os pais são assim, não se lembram de que podem estar a envergonhar os filhos. não me lembro a partir de que idade é que comecei a achar constrangedor os beijos do meu pai, mas deve ter sido para aí aos 4. enfim, "filho és, pai serás", que é a frase que a minha mãe profere mais vezes. o guiness book of records ligou-lhe uma vez para o café (os meus pais têm um café), mas ela tinha ido ao talho. atribuíram o record de frases mais vezes proferidas por dia ao octávio machado, com aquela do "vocês sabem do que eu estou a falar". bem, o meu trabalho familiar matinal está feito. que faço agora? vou trabalhar. faço um desvairado zapping pelo auto-rádio e não consigo encontrar o "encosta-te a mim". acho estranho. de quem é a culpa? tozé brito? antónio sala? ribeiro cristóvão? asae? talvez não, o palma não faz nenhuma referência gastronómica ou higiénica na música. eles que mobilizem todas os seus agentes para fátima e tentem desmantelar aquela fábrica de dinheiro, construída à custa de umas aparições alucinogénicas. contento-me, no trajecto entre a escola e o emprego, com uma música que raramente, muito raramente mesmo, passa nas rádios nacionais: "hotel california", dos eagles. parece que passaram 12 horas desde que acordei, com as minhas tradicionais dores de costas e com a minha tradicional mulher. estou preparado agora para enfrentar mais um dia de trabalho. sento-me na minha cadeira, ligo o mac e o pc, sinto-me o jean michel jarre no meio dos sintetizadores. abro o meu blog. nova mensagem. ecrã branco, cursor a piscar nervosamente. que raio vou escrever? saiu isto.

uma imagem por dia (neste caso, duas)


kelly carlson
(a inesquecível e escaldante kimberly da série "nip/tuck")

esclarecimento


fui alertado ontem para o facto de algumas músicas colocadas neste blog, através do imeem, só estarem disponíveis para uma amostra de 30 segundos. eu costumo fazer o post com as músicas e depois testar as mesmas, ouvindo-as directamente do blog, conseguindo sempre ouvir a música toda. hoje fiz o teste, noutro computador, e pude comprovar que, de facto, algumas músicas, as mais recentes, nomeadamente as dos radiohead, só podem ser ouvidas durante 30 segundos, o que é uma pena. o imeem justifica desta maneira essa desfaçatez: "the artist or label that owns this song has not approved full-length streaming for our users. this is a 30 second preview. to listen to the full song, upload it from your music library". é isto!
de qualquer forma, se quiserem ouvir, integralmente, os temas do novo disco dos radiohead, se é que ainda não fizeram o download, aconselho uma visita ao blog 9-9, do hugo, onde poderão ver e ouvir os temas de "in rainbows" ao vivo, através do you tube.
a administração deste blog pede, obviamente, desculpas pelo sucedido e coloca-se inteiramente ao dispor dos seus leitores, ou seja, de ambos, para qualquer solicitação de músicas (de preferência aquelas que não tenham apenas 30 segundos).

quinta-feira, outubro 11, 2007

uma imagem por dia


giorgia palmas

house of cards - radiohead

nuvens in rainbows

desculpem a insistência de hoje em relação ao novo disco dos radiohead, mas é um daquelas sensações de que não se consegue fugir. apetece ouvir, ouvir... até à exaustão (que ainda não aconteceu, diga-se). como detentor de toda a discografia oficial dos radiohead, grupo que constará sempre da lista das minhas 10 bandas preferidas, é normal que reaja efusivamente sempre que é lançado um novo trabalho. "descobri-os", como toda a gente, com "creep"; exultei com "the bends", ouvi "fake plastic trees", "street spirit (fade out)" (que será a música do meu funeral), "high and dry", "bullet proof... i wish i was", "sulk" e "nice dream" centenas de vezes; depois veio a consagração universal com "ok computer". comprei o disco, gravei-o para uma cassete e esta andou no meu opel corsa comercial vários meses, sempre a rodar. corria o ano de 1997 e eu instalava-me de "armas e bagagens" em viseu e todas as músicas do disco me transportam imediatamente para esses dias. "no surprises", "exit music (for a film)", "lucky", "let down", "paranoid android", "karma police", "airbag", "the tourist"... deve ter sido um dos discos que mais vezes ouvi na vida. em 2000 chegou "kid a", muito elogiado pela crítica mas que nunca me convenceu. apesar disso, continha uma verdadeira pérola chamada "how to disappear completely". no ano seguinte lançaram "amnesiac", quase um prolongamente de "kid a", dado que foi gravado na mesma altura. mesmo assim, destacam-se boas músicas como "knives out", "pyramid song", "i might be wrong" e "you and whose army?". em 2003, os radiohead regressam a uma orientação musical mais próxima de "ok computer", com o disco "hail to the thief". em termos de preferências, este era o meu terceiro album preferido da banda, antes do lançamento de "in rainbows". a música "sail to the moon", que hoje me esqueci de colocar no post sobre o novo disco, quando disse que o tema "nude" surgia na mesma linha de "how to disappear completely" e "exit music (for a film)" (lá está, faltava incluir também a "sail to the moon"), é uma das melhores de sempre da banda. depois ainda há "wolf at the door", outra magnífica música, "where i end and you begin", "we suck young blood", "there there", "scatterbrain", "go to sleep" e "i will". agora, com a chegada de "in rainbows" e pelo número de vezes que já o ouvi hoje, duvido que "hail to the thief" mantenha o lugar no pódio. hoje, para colocar "nas nuvens", decidi-me por três músicas: "nude", "weird fishes/arpeggi" e "house of cards". mas foi difícil a escolha, porque dos dez temas do disco só ainda não absorvi completamente a "15 step". em termos de avaliação, se tivesse que lhe dar uma pontuação de 1 a 10 hoje, seria um claro 9. veremos como "amadurece" o disco com mais umas dezenas de audições em cima...

weird fishes/arpeggi - radiohead

nude - radiohead

o que se ouve por cá

in rainbows - radiohead

1. 15 step; 2. bodysnatchers; 3. nude; 4. weird fishes / arpeggi; 5. all i need; 6. faust arp; 7. reckoner; 8. house of cards; 9. jigsaw falling into place; 10. videotape.
para já, depois de uma primeira audição de "in rainbows", o sétimo disco de estúdio da banda, a música "nude" enche-me completamente as medidas. esta música tem vindo a ser "trabalhada" pelos radiohead desde a digressão para promover "ok computer". foi finalmente lançada e o resultado final é mesmo divinal, na linha de músicas como "how to disappear completely" e "exit (for a film)". prometo colocar hoje mesmo a música neste blog. de resto, a maior parte das músicas do novo disco têm vindo a ser tocadas ao vivo pela banda já há algum tempo, daí que existam várias versões das mesmas disponíveis no you tube. o tema "weird fishes / arpeggi", outra excelente música, foi tocado pela primeira vez, no royal festival hall, no dia 27 de março de 2005, dia do nascimento da minha filha. a letra da música é bastante deprimente, mesmo para os radiohead. "all i need" é outro dos pontos altos do disco, com um final apoteótico. da segunda metade do disco, destaco "faust arp", "house of cards" e "videotape", três bons exemplos da mestria vocal de thom yorke.
"in rainbows" é radiohead "vintage", um regresso em grande depois de "hail to the thief", de 2003.

quarta-feira, outubro 10, 2007

uma imagem por dia



camilla belle

(eu sei que ela é repetente nesta rubrica, mas não resisto. actriz americana, nascida a 2 de outubro de 1986, em los angeles, é filha de pai americano e mãe brasileira. já entrou em filmes como "lost world: jurassic park", "practical magic", "invisible circus", "the ballad of jack and rose", "the quiet" e "when a stranger calls". em 2008 vai protagonizar o blockbuster "10.000 b.c.", de roland emmerich, e o filme "push", de paul mc guigan, com chris evans, dakota fanning e djimon hounsou)

the same deep water as you - the cure

sing - slowdive

no lies, just love - bright eyes

anticipation - blonde redhead

wolf in the breast - cocteau twins

terça-feira, outubro 09, 2007

uma imagem por dia

camilla belle

a bullet in the head, anyone?


começou ontem na rtp 2 a exibição da segunda parte da sexta e última série de "sopranos", que tem 9 episódios. o episódio de ontem foi... sereno e calminho, apesar da detenção de tony soprano. costuma ser assim, quando tudo parece muito calmo adivinha-se sempre uma cena brutal atrás de cada esquina. daí que a cena de pancadaria, durante um jogo de monopólio, entre o chefe da família soprano e o cunhado bobby não tenha causado muito espanto, pese embora a bonomia e a pacatez deste último. aquilo que achei mais relevante no episódio de ontem, tirando a primeira prenda de aniversário de carmela a tony, foi mesmo a profunda irritação que a personagem de aida turturro me provoca. é seguramente a personagem televisiva que mais provoca os meus nervos. janice soprano, o seu papel, irmã de tony, é hipócrita, invejosa, mesquinha, interesseira, manipuladora, péssima mãe (como o episódio de ontem evidenciou), que tem como passatempo preferido espicaçar o irmão. e já nem vou falar nas características físicas da personagem, que também me ferem a vista, mas isso "dou de barato".
ora exactamente por estar aqui a gastar um post a falar sobre a personagem que mais me irrita no panorama televisivo, impõe-se que faça uma grande vénia à actriz que a interpreta. aida turturro, prima desse enorme actor que é john turturro, construiu uma personagem coerente, encarnando de forma credível uma mulher sem apetências profissionais que se "encosta" ao irmão, patrão da mafia de new jersey, para conseguir viver uma vida decente, mas tornando-a ao mesmo tempo tão dolorosamente insuportável que nos faz desejar que ela seja a próxima pessoa a quem tony soprano mete uma bala na cabeça.
aida turturro foi nomeada duas vezes para o emmy de melhor actriz secundária em papel dramático, em 2001 e 2007. não venceu em nenhuma das ocasiões. diga-se, com sinceridade, que o papel não a ajudava muito...

a MÚSICA!

há músicas que encaixam verdadeiramente na nossa maneira de ser, que são autênticas bandas sonoras do nosso dia-a-dia, do que somos, do que sentimos. músicas que ecoam pelo nosso cérebro sem ser necessário um leitor de cds ou um mp3. estão cá dentro, fazem parte de nós. sons etéreos, deambulações emocionais, entre o riso e o choro, a paixão e a dor. há músicas que gostamos de "visitar" todos os dias, como um livro que se leu e que se relê com renovado interesse, sem desgaste. esta é uma dessas músicas: "holes", dos mercury rev. acho que foi a música que mais ouvi nestes últimos dois anos. é uma paixão, um arrebatamento, uma exaltação sentimental que se vive durante os 5 minutos e 56 segundos da música. no final, quando se começa a ouvir o trompete, é quase impossível segurar as lágrimas, a barragem colapsa, inundando de água cristalina uma face de expressão ambígua: por um lado a felicidade de conhecermos tal preciosidade musical; por outro o turbilhão emocional desencadeado pela música confronta-nos com sentimentos que julgávamos escondidos, trazendo à "superfície" aqueles primeiros desgostos amorosos que vivemos, as horas de amargura até ao próximo encontro, a ansiedade e o desejo incontido de voltar a estar com a pessoa amada, uma paixão mal curada, uma ou outra ilusão passageira que nunca saberemos o que poderia ter dado. enfim, tantas e tão variadas emoções, "all those endless ends, that can't be tied, oh they make me laugh, and always make me cry".

"holes" - mercury rev

Time, all the long red lines, that take control,
of all the smoke like streams that flow into your dreams,
that big blue open sea, that can't be crossed,
that can't be climbed, just born between,
oh the two white lines, distant gods and faded signs,
of all those blinking lites, you had to pick the one tonite...

Holes, dug by little moles, angry jealous spies,
got telephones for eyes, come to you as friends,
all those endless ends, that can't be tied,
oh they make me laugh, and always make me cry,
til they drop like flies, and sink like polished stones,
of all the stones i throw, how does that old song go?
how does that old song go?
Bands, those funny little plans, that never work quite right.



segunda-feira, outubro 08, 2007

jeremy piven

algumas das melhores cenas de ari gold, o espirituoso, stressado e hilariante agente de vincent chase (adam grenier) em "entourage", interpretado pelo sempre excelente jeremy piven, vencedor de dois emmy's de melhor actor secundário por este papel. bem merecidos, diga-se de passagem.

"let's hug it out bitch"; "when vince looks like gary sinise he will do television"; "we are going to hell so bring your sun block"; "what's in the gym bag? - it's a kilo of blow".

catch the breeze - slowdive

40 days - slowdive

when the sun hits - slowdive

uma imagem por dia


sophie marceau

quinta-feira, outubro 04, 2007

os filmes que aí vêm

"i am legend" - blockbuster de ficção científica/horror, com um orçamento de 150 milhões de dólares, realizado por francis lawrence, com will smith;
"rendition" - thriller político realizado por gavin hood, com reese witherspoon, jake gyllenhaal, meryl streep e alan arkin;
"the invasion" - thriller de ficção científica baseado no livro "invasion of the body snatchers", realizado por oliver hirschbiegel, com nicole kidman, daniel craig e jeremy northam;
"american gangster" - drama policial dirigido por ridley scott, com denzel washington e russell crowe;
"elizabeth: the golden age" - drama de época realizado por shekhar kapur, sequela do filme "elizabeth", igualmente do mesmo realizador, com cate blanchett, clive owen e geoffrey rush;
"we own the night" - thriller dirigido por james gray, com mark wahlberg, joaquin phoenix, robert duvall e eva mendes;
"fred claus" - comédia natalícia, do realizador david dobkin, com vince vaughn e paul giamatti;
"lions for lambs" - drama realizado por robert redford, com tom cruise, meryl streep e o próprio robert redford;
"beowulf" - adaptação cinematográfica do poema épico "beowulf (que tem 3.183 linhas!), realizada por robert zemeckis, com um elenco de luxo: anthony hopkins, john malkovich, angelina jolie, ray winstone e crispin glover;
"mr. magorium's wonder emporium" - fábula moderna realizada pelo estreante zach helm, com dustin hoffman, natalie portman e jason bateman;
"the golden compass" - drama baseado na trilogia literária de philip pullman "his dark materials", realizado por chris weitz, com daniel craig, nicole kidman, dakota richards e sam elliot;
"enchanted" - comédia romântica da disney, dirigida por kevin lima, com susan sarandon, james marsden e amy adams;
"sweeney todd" - drama musical baseado no show da broadway, com o mesmo nome, de stephen sondheim, realizado por tim burton, com johnny depp e helena bonham carter;
"charlie wilson's war" - drama político, escrito por aaron sorkin, argumentista da série "the west wing", realizado por mike nichols, com tom hanks, julia roberts, philip seymour hoffman, emily blunt e amy adams;
"in the valley of elah" - thriller realizado por paul haggis, com charlize theron e tommy lee jones;
"national treasure: book of secrets" - sequela de "o tesouro", realizada por john turteltaub, com nicolas cage;
"vantage point" - thriller político dirigido por pete travis, com dennis quaid, matthew fox, sigourney weaver, forest whitaker e william hurt;
"the other boleyn girl" - drama de época realizado por justin chadwick, com scarlett johansson, natalie portman e eric bana;
"no country for old men" - drama realizado por joel e ethan coen, com javier bardem, josh brolin e tommy lee jones.

"milano aspettami"

a derrota de ontem do milão na escócia, frente ao celtic, não poderia vir em melhor altura... para josé mourinho. em 11º lugar no campeonato, sem vencer em casa ainda (a excepção foi mesmo o benfica, para a liga dos campeões), o campeão europeu vive uma crise de resultados e a solução pode ser a demissão de carlo ancelotti e a entrada do técnico português. com a inesperada disponibilidade de josé mourinho, depois da sua saída do chelsea, são vários os clubes apontados como destino do "special one", mas o problema é que dos grandes clubes europeus só o milão está a decepcionar em grande neste início de época. barcelona, real madrid, juventus, inter de milão e até o bayern munique estão a fazer um bom arranque, nos seus campeonatos e na liga dos campeões. veremos se daqui por uns tempos não estará josé mourinho a anunciar à imprensa italiana "io sono speciale".

p.s. - grazie alessandra.

make no mistake, cookies are the real menace

o "primeiro cão"
o presidente dos e.u.a., george w. bush, abre uma das portas da Casa Branca ao seu cão barney, de 6 anos, também morador na residência oficial dos chefes de estado norte-americanos. barney, que possui uma página própria no site da presidência, é muito conhecido dos fotógrafos da capital federal e protagonizou já nove filmes, além de diversos episódios relacionados com a actual "primeira família" da superpotência. diz-se que uma vez terá salvo a vida de bush, quando deu sinal de que este perdera os sentidos por, alegadamente, se ter engasgado com uma bolacha durante a noite".
in "visão", nº 761, de 4 de outubro de 2007, página 32.

não sei o que é que me parece mais estapafúrdio neste trecho noticioso: se o facto de o cão, alegadamente, ter salvo a vida de bush ao dar sinal (??) de que este perdera os sentidos (não sei como é que o cão conseguiu fazer uma coisa dessas, sobretudo explicar o sucedido); ou o facto de alguém, que não tem um ano de idade, que não aparenta sofrer de incapacidade motora e psíquica (bem, psíquica... talvez) e, ainda por cima, é o presidente dos estados unidos da américa, perder os sentidos ao engasgar-se com uma bolacha.

importa-se de repetir?

"este é o melhor plantel do benfica dos últimos 10 anos. qualquer treinador se sentiria orgulhoso por treinar estes atletas".

luís filipe vieira, em directo na sic, momentos antes do início do jogo benfica - copenhaga, da primeira mão da pré-eliminatória da liga dos campeões.

the white trash period of my life - josh rouse

o teste do tempo

o tempo tudo cura. o tempo passa devagar quando ansiamos por algo. o tempo passa depressa quando estamos junto de quem amamos. o tempo... nunca é aquilo que queremos. no entanto, o tempo tem uma virtude inatacável: ele serve como barómetro emocional quando queremos saber se uma determinada pessoa nos faz falta. quando ficamos longos meses sem ver ou falar com uma pessoa e isso não nos causa a mínima mossa em termos emocionais, é um sinal de que, porventura, essa pessoa não nos faz falta, é descartável, como as fraldas. se, pelo contrário, a ansiedade toma conta de nós, antecipando um desejado reencontro, o regresso a um "local" onde nos sentimos bem, seja numa prolongada conversa emoldurada por chávenas vazias de chocolate quente, um passeio à chuva ou, apenas e só, num fugaz encontro na rua, tudo serve para mitigar a falta que essa pessoa nos faz.

resumindo: o tempo é, na realidade, o nosso melhor amigo, que nos aconselha verdadeiramente sobre as nossas necessidades emocionais.

this love affair - rufus wainwright

uma imagem por dia


shannyn sossamon

100 melhores programas de tv

a conceituada revista norte-americana "time" elegeu os 100 melhores programas de televisão de todos os tempos. a lista, elaborada pelo crítico televisivo da revista, james poniewozik, engloba programas que estrearam antes de 2006 e foi ordenada por ordem alfabética. de fora desta lista, sempre sujeita a inúmeras divergências de opinião, ficaram séries como "anatomia de grey", "house", "e.r.", "donas de casa desesperadas", "c.s.i." e "nip/tuck", o que custa um pouco a "engolir". igualmente se constatam as ausências de jay leno e de conan o'brien e dos seus respectivos talk shows. em termos de sitcom's ficaram de fora "frasier", "mad about you" e "everybody loves raymond", três grandes sucessos televisivos. no entanto, a "time" não se esqueceu de incluir, se não o fizesse esta lista não teria credibilidade nenhuma, séries como "friends" e "seinfeld". a maior parte dos programas são, obviamente, norte-americanos, o que se compreende, vindo a lista de onde vem, mas, mesmo assim, ainda houve espaço para incluir na lista os monty python e a série "the office", versão original.
são estes os 100 melhores programas de televisão de todos os tempos para a revista time: 24, 60 Minutes, The Abbott and Costello Show, ABC's Wide World of Sports, Alfred Hitchcock Presents, All in the Family, An American Family, American Idol, Arrested Development, Battlestar Galactica, The Beavis and Butt-Head Show, The Bob Newhart Show, Brideshead Revisited, Buffalo Bill, Buffy the Vampire Slayer, The Carol Burnett Show, The CBS Evening News with Walter Cronkite, A Charlie Brown Christmas, Cheers, The Cosby Show, The Daily Show, Dallas, The Day After, Deadwood, The Dick Van Dyke Show, Dragnet, The Ed Sullivan Show, The Ernie Kovacs Show, Felicity, Freaks and Geeks, The French Chef, Friends, General Hospital, The George Burns and Gracie Allen Show, Gilmore Girls, Gunsmoke, Hill Street Blues, Homicide: Life on the Street, The Honeymooners, I, Claudius, I Love Lucy, King of the Hill, The Larry Sanders Show, Late Night with David Letterman (NBC), Leave It to Beaver, Lost, Married... With Children, "Mary Hartman, Mary Hartman", The Mary Tyler Moore Show, M*A*S*H, The Monkees, Monty Python's Flying Circus, Moonlighting, MTV 1981-1992, My So-Called Life, Mystery Science Theater 3000, The Odd Couple, The Office [American], The Office [British], The Oprah Winfrey Show, Pee Wee's Playhouse, Playhouse 90, The Price Is Right, Prime Suspect, The Prisoner, The Real World, Rocky and His Friends, Roots, Roseanne, Sanford and Son, Saturday Night Live, Second City Television, See It Now, Seinfeld, Sesame Street, Sex and the City, The Shield, The Simpsons, The Singing Detective, Six Feet Under, Soap, The Sopranos, South Park, SpongeBob SquarePants, SportsCenter, Star Trek, St. Elsewhere, The Super Bowl (and the Ads), Survivor, Taxi, The Tonight Show Starring Johnny Carson, The Twilight Zone, Twin Peaks, The West Wing, What's My Line?, WKRP in Cincinnati, The Wire, Wiseguy, The X-Files, Your Show of Shows.